Uma Lua para Godot

Feb 21

Go your own way

Bill Cunningham New York. Margath Thatcher - The Iron Lady. Um documentário e um drama-biografia. Não quero discutir qualidade de roteiro, direção ou qualquer aspecto técnico dos filmes. Quero ressaltar as histórias dos protagonistas. Deixar o romantismo intrínseco aos 2 roteiros de lado e entender o ponto de intersecção desses 2 personagens: o go your own way.

Thatcher, grande figura política dos últimos 30 anos da história do mundo e do capitalismo, decidiu entrar em um mundo controlado por homens e se manteve firme ao tomar decisões polêmicas (aqui também não cabe julgamentos às contribuições dela para a política).

Cunningham, o homem que retratou a moda de rua nos últimos 40 anos em NY, formador de tendências, alinhado com a simplicidade (algo admirável quando se observa alguém que lida com o ambiente de moda), destacou a importância da visão da moda com arte das ruas e leva uma vida dedicada a uma paixão: o trabalho.

Ambos altamente dedicados, foco em fazer bem feito e, consequentemente, fazer a diferença. Protagonistas que sentem, aparentemente, muito menos do que pensam. Extremamente disciplinados, voltados para um único objetivo: ser aquilo que eles acreditam. E fazer sem culpa, não tomando o julgamento de terceiros como peça formadora de caráter, assumindo a responsabilidade pelos prejuízos que a vida pessoal de cada um teve. Egoístas? Não sei se alguém com a capacidade de ser tão livre de julgamento para guiar sua vida pode receber esse adjetivo (certamente a família de ambos não pensava assim). Loucos? Tomar a loucura como atitude, é algo necessário para existir, não seguir padrões e ilimitar a expressão.

O interesse causado pela imagem de Thatcher e Cunningham não passa perto de atributos físicos. O processo de sedução acontece na criação, transformação e compartilhamento de suas respectivas ideias e o caráter percebido em cada um. Existe um cuidado muito grande em mostrar a firmeza de caráter de cada protagonista nos roteiros de ambos os filmes. E como isso torna as pessoas mais interessantes. E como elas passam segurança. E como somos envolvidos por elas…

Vale a pena assistir os dois filmes na sequência e observar que o contexto não faz a menor diferença para quem segue seu próprio caminho. Não há força contrária que vai fazer você dar errado. Assim como também vale guardar as palavras de Thatcher: “Cuidado com seus pensamentos porque eles se tornam suas palavras. E suas palavras se tornam suas ações. Suas ações se tornam seus hábitos. Seus hábitos se tornam seu caráter. Cuidado com seu caráter porque ele se torna seu destino. O que nós pensamos, nos tornamos”.

Dec 08

Nov 16

Dá para não se emocionar?
Obrigada por tudo, Sonic Youth.

Dá para não se emocionar?
Obrigada por tudo, Sonic Youth.

We’re All Broken Enough to Be Humble

I am not confident.
I know I am smart, but not in the ways that count.
I read people much better than books, but I never have the words to explain my findings.
I’m only as funny as I feel.
And I do not think I’m pretty.
I sometimes walk with my head down.
My posture is terrible.
I think my emotions get the best of me.
I’m really not as nice as I’d like to be, or as innocent as you’d think I am.
I am a contradiction to everything I want to stand for.
I’m a big dreamer with little motivation.
I’m really no good at all on my own, but I am analytical with myself.
And I don’t understand how anyone could ever be cocky or proud, when they are aware of all the disgusting things they think and do, but no one knows.
We’re all broken enough to be humble.

Nov 04

10 Myths about introverts

meme-meme:

Myth #1 – Introverts don’t like to talk.
This is not true. Introverts just don’t talk unless they have something to say. They hate small talk. Get an introvert talking about something they are interested in, and they won’t shut up for days.

Myth #2 – Introverts are shy.
Shyness has nothing to do with being an Introvert. Introverts are not necessarily afraid of people. What they need is a reason to interact. They don’t interact for the sake of interacting. If you want to talk to an Introvert, just start talking. Don’t worry about being polite.

Myth #3 – Introverts are rude.

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Oct 10

[video]

Sep 23

Sep 15

Neon Indian - Polish Girl

para os dias felizes.

Sep 12

é…

é…

Sep 08

coisafina:

Todo mundo precisa de um desses. (Dica da Bianca Justiniano)

coisafina:

Todo mundo precisa de um desses. (Dica da Bianca Justiniano)

Aug 25

(Source: leilockheart, via oneforyestwoforno)

Nobody move, nobody get hurt

Nobody move by Patricia Barão on Mixcloud

Aug 14

A linguagem das coisas

Quando inicei a leitura de “A linguagem das coisas” esperava encontrar a história de vários ícones do design: móveis, arquitetura, moda, e como os designer usavam o talento para criar imagens e uma identidade que outros acham atraente.Estava enganada. O livro tem como objetivo provocar o questionamento sobre o nosso eterno desejo de ter mais e mais coisas.

A apresentação de onde termina o design e começa a arte, a ironia ao falar sobre o mundo da moda (que nunca foi arte, mas nunca se esforçou tanto para que ela se pareça com) e sobre o design de luxo, onde o autor Deyan Sudjic fala “O luxo contemporâneo depende da descoberta de novas coisas para torná-las difíceis”. São algumas das ótimas passagens, que nos ajudam a entender a valorização do design e sua característica de tradutor emocional: o design molda a maneira como nos relacionamos, como comemos, como sentamos e como olhamos uns para os outros.

A linguagem das coisas

Quando inicei a leitura de “A linguagem das coisas” esperava encontrar a história de vários ícones do design: móveis, arquitetura, moda, e como os designer usavam o talento para criar imagens e uma identidade que outros acham atraente.Estava enganada. O livro tem como objetivo provocar o questionamento sobre o nosso eterno desejo de ter mais e mais coisas.

A apresentação de onde termina o design e começa a arte, a ironia ao falar sobre o mundo da moda (que nunca foi arte, mas nunca se esforçou tanto para que ela se pareça com) e sobre o design de luxo, onde o autor Deyan Sudjic fala “O luxo contemporâneo depende da descoberta de novas coisas para torná-las difíceis”. São algumas das ótimas passagens, que nos ajudam a entender a valorização do design e sua característica de tradutor emocional: o design molda a maneira como nos relacionamos, como comemos, como sentamos e como olhamos uns para os outros.

Aug 03

(Source: whatjuliasaid, via esperandoviraratouca)

Aug 02

[video]